quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O que havia em Billy Graham que falta nos pregadores de hoje?

    
Billy Graham foi um homem do seu tempo, profundo conhecedor da sociedade à quem ministrava. Soube, como poucos, atrair multidões com o Evangelho puro e simples, sem apelos de marketing, sem a "teologia" da prosperidade, sem promessas de cura e libertação.As pessoas iam ouvi-lo devido ao testemunho de vidas transformadas. Iam porque necessitavam de paz, conforto e segurança que só podem ser encontrados em Jesus. Havia em Billy Graham um compromisso com a Palavra de Deus: a Bíblia.
     Billy Graham não tinha nenhum pudor em denunciar os pecados de sua geração, apontando para cada um deles como a causa única do infortúnio e miséria espirituais  em que estavam atolados. Billy Graham não se envergonhava do Evangelho todo e o pregou integralmente.
     Ao se dirigir a uma certa localidade, região ou país, estudava a cultura, os hábitos e os pecados nacionais para não poupar, de modo algum, o confronto com suas consciências endurecidas. Apresentava Jesus Cristo como o único e todo suficiente Salvador e Senhor. Billy Graham teve a compaixão e a humildade de entender as diferenças culturais e adequou a comunicação do Evangelho sem prejudicar a essência do Evangelho.
     Uma das razões de suas enormes audiências é que Billy Graham dispunha de delegados em várias denominações. Ele foi um ministro que cria na unidade da Igreja como a maior força espiritual de uma localidade. Suas cruzadas eram cuidadosamente planejadas e contavam com a parceria das igrejas evangélicas da região. Este trabalho em conjunto foi coroado de êxito e o Espírito Santo se manifestava com poder em converter pessoas onde o povo de Deus estava em união,  ordenando ali a sua bênção. Billy Graham reconheceu o poder que havia na unidade do Corpo de Cristo, Sua Igreja.
    Billy Graham poderia ser considerado um apóstolo em sua geração, pois muitos convertidos tornaram-se pastores de renome, missionários, mestres da Bíblia e escritores prolíficos. Billy Graham teve o cuidado de ser relevante ser ser tolerante com o pecado; de ser firme sem perder a ternura; de ser autêntico sem perder a criatividade; de aproveitar as oportunidades sem ser oportunista.
    


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Está com o Senhor

     "É com pesar que a família e a Editora Ultimato comunicam o falecimento do pastor Elben Magalhães Lenz César. Aos 86 anos, Elben César morreu hoje, quinta-feira, dia 6 de outubro de 2016, às 1h08 min., no Hospital Madre Tereza, em Belo Horizonte, MG, vítima de uma parada cardíaca, resultado das complicações clínicas enfrentadas nos últimos 29 dias de internação, após uma queda, em casa. Ele era casado com Djanira Momesso César, pai de cinco filhas, avô de dez netos e bisavô de quatro bisnetos".
    

     Foi com estas palavras que a Editora Ultimato, uma das principais editoras cristãs de fé evangélica no país, anunciou o falecimento de seu fundador, presidente e mentor. 

     O legado do irmão Élben não poderá ser medido tão cedo, mas o que mais me tocou foi sua devoção à unidade da Igreja de Cristo. Sua revista não tinha coloração denominacional e tem circulação ininterrupta por 49 anos. Transitava com extrema facilidade entre reformados, pentecostais e católicos pois sempre foi cristocêntrico e amante da Bíblia Sagrada.

     Fará muita falta. Quem não conhece a Revista Ultimato está perdendo uma fonte de edificação espiritual das mais abundantes. Recomendo insistentemente.
     
Sérgio Marcos dos Santos

quarta-feira, 13 de julho de 2016

O que é espiritismo cristão?



           
                Tenho visto muita sinceridade em alguns religiosos e sua disposição em fazer a diferença nos dias atuais, mas sinceridade, por si só, não basta. Posso estar sinceramente errado caso não aja com coerência, conhecimento dos fatos e reflexão.
                Vejamos. Cristianismo é Cristo. Sua vida, ensinos, morte, sepultamento ressurreição. O livro que vindica autoridade para assuntos cristãos é a Bíblia, especialmente o Novo Testamento, mais precisamente os Evangelhos.
                Jesus foi um judeu e cuidadoso praticante do judaísmo. Afirmou categoricamente que veio para cumprir a lei e não revoga-la. O judaísmo praticado por Jesus estava em estreita consonância com o judaísmo vétero-testamentário. Se isso é verdade, o judaísmo praticado por Jesus, condenava a consulta aos mortos (Deuteronômio 18:9 à 12), negava a reencarnação (Lucas 16:25 à 31) e afirmava a divindade do Messias, o Cristo  (Isaías 7:14 – Mateus 1:23).
                O espiritismo kardecista, como sistema religioso, é oriundo do induísmo e ganhou “roupagem cristã” apenas com respeito a ética religiosa, mantendo a crença na transmigração das almas e  na doutrina do carma, vendo o Cristo como iluminado, o mais iluminado de todos, porém negando sua natureza divina.
                A pedra fundamental do cristianismo é a crença na divindade de Cristo, amplamente embasada no Antigo Testamento e fartamente demonstrada no Novo. Jesus nasce de uma virgem, anda sobre as águas, acalma tempestades, cura cegos de nascença, transforma água em vinho, multiplica pães e peixes, ama inimigos, prevê sua morte e ressurreição, recebe um corpo glorificado (material, mas não mais sujeito à matéria e a morte) sobe aos céus de modo visível e promete voltar.
                A principal evidencia de sua deidade não estão nos fatos históricos miraculosos, extraordinários, mas encrustado no segundo evangelho: “Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: - Filho, os seus pecados estão perdoados. Estavam sentados ali alguns mestres da lei, raciocinando em seu íntimo:  - Por que esse homem fala assim? Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus? Jesus percebeu logo em seu espírito que era isso que eles estavam pensando e lhes disse: - Por que vocês estão remoendo essas coisas em seus corações? Que é mais fácil dizer ao paralítico: ‘Os seus pecados estão perdoados’, ou: ‘Levante-se, pegue a sua maca e ande’?  Mas, para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados — disse ao paralítico —  eu lhe digo: Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa. Ele se levantou, pegou a maca e saiu à vista de todos. Estes ficaram atônitos e glorificaram a Deus, dizendo: - Nunca vimos nada igual! " (Marcos 2:5 à 12)
                Pensando bem, se somente Deus pode perdoar pecados, das duas uma: ou Jesus é um usurpador, farsante, arrogante, prepotente e mentiroso, ou ele é Deus. Pensando bem, não acredito que Jesus de Nazaré seja um farsante, um mentiroso.
                Pensando bem, a simples adesão à ética do cristianismo, excluindo a crença da divindade de Cristo não torna um corpo de crenças de origem indú uma modalidade de cristianismo.
                Pensando bem, ou sou espírita ou sou cristão. Se for um bom cristão, não poderei ser espírita. Se for um bom espírita não poderei me considerar um cristão. A expressão “espiritismo cristão” é insustentável. Pense bem.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Pecados que alguns pastores costumam cometer.

     
     Se não sabia agora sabe: pastores são pecadores. 
   
    ...e a variedade de pecados é ainda maior devido a sua posição. Disse Jesus: "a quem muito é dado, muito é exigido" e  Tiago completou afirmando que "Não desejemos ser mestres, pois receberemos maior juízo"
     Dá pra encarar? Sim, dá, mas com o entendimento que o pecado é uma ameaça constante

     Sem cair no grave erro da generalização, vejamos:

     1.Preguiça - muitos costumam ser preguiçosos, especialmente os de "tempo integral". Achando-se  "patrões de si mesmos" tendem a dar uma relaxadinha, aperfeiçoando-se na arte de dar desculpas. Certo pastor acabou denunciando-se a si mesmo, pois sempre usava ilustrações tiradas do Vídeo Show ou da Sessão da Tarde em seus sermões. Ovelhas são ovelhas, não burros.

     2.Procrastinação - muitos tem a péssima mania de adiar compromissos, postergar reuniões, adiar visitas difíceis, aconselhamentos complicados. Fazem isso muitas vezes  afirmando que "há tempo pra tudo" (?!)

     3.Esquecimento - conheço ovelhas que estão esperando o pastor visitá-las à mais de cinco anos! Sem exagero. Disse: " - Irei a sua casa semana que vem". Esqueceu de dizer o ano. As desculpas são as mais variadas, mas no fundo é preciso admitir que só esquecemos o que pouco valorizamos.

     4. Acepção de pessoas. Ah! Que vergonha. Empresários e profissionais liberais costumam ser mais bem tratados (leia-se: receberem atenção após os cultos) que catadores de laranja e cortadores de cana (moro no interior de São Paulo). Pobres, negros, homossexuais, idosos não atraem os "dons pastorais". Vergonha.

     5.Plágio - Quê? Como assim? É uma prática antiga. Antes  eram livros chamados "sermonários". Hoje nem se copia mais sermões. Baixa-se o esboço no tablet (on line) e prega-se com a maior cara de pau. Mas DEUS TÁ VENDO.

     6.Falta de oração - Mas isso é pecado? Na vida de um pastor, é. Espera-se que um(a) servo(a) de Deus que goza do status de ministro do Evangelho, seja uma pessoa de oração. Pergunte a Samuel (1a. Sm 12:23).

     7.Auto promoçãoAinda mais com redes sociais como Facebook e Instagram! Tirar foto da igreja lotada e postar virou febre. Alguns não vão gostar do que estou dizendo. Divulgam "para a glória do Senhor". Ok. Divulguem também  o culto lotado da igreja de seu colega? Não é obra do Senhor também? 

     A lista é imensa e talvez um novo artigo se faça necessário, mas este foi escrito para que você ore pelo seu pastor. Caso o leitor seja um pastor... bom, peço que não se irrite comigo. Sou igualzinho a você: carente da misericórdia de Deus.  Medite e divulgue esse artigo. Quem sabe possamos impactar alguns pastores para a glória de Deus.

     A paz do Senhor.

sergiomarcosmevec@gmail.com 
     

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O sermão não pode terminar com "fica a dica".

     
     Sem incorrer no equívoco da generalização, o púlpito cristão tem se apresentado um tanto anêmico. Não é a toa que os cultos estão se tornado espaço de entretenimento. Boa música, coreografias bem elaboradas, teatro criativo, decoração moderna, assentos confortáveis e o tempo limite de uma hora ou mais, para não "cansar" os assistentes. Por quê? Talvez porque o púlpito se esvaziou.

     Receio que, o que hoje chamamos de "igreja", ou congregação dos santos, ou Israel de Deus ou mesmo o Corpo de Cristo na Terra, esteja se tornando uma extensão bizarra das redes sociais.

     O ímpeto profético, o "kerigma", o brado de vitória da cruz, o apelo do túmulo vazio, o chamado ao discipulado e seu preço, o convite amoroso à santificação e o derramar suave e poderoso do Espírito Santo, parecem ter permanecido num passado distante. Hoje é historia. Só podemos ver isso nos livros ou vídeos antigos do YouTube.

     O sermão precisa voltar a incomodar os acomodados e consolar os que estão sofrendo. O sermão precisa ser "A Palavra de Deus" e não "sobre (acerca da) a Palavra de Deus". O púlpito precisa voltar seu apelo à reflexão e não apenas à emoção. Como dizia Jonathan Edwards, iluminar a mente e aquecer o coração. O povo evangélico sofre de analfabetismo bíblico e a culpa é nossa! 

     O pregador não pode temer os que lhe ouvem. Não pode temer  afirmar e reafirmar a verdade. 

     Precisamos evitar a todo custo, no final do sermão, dar a impressão que a conclusão é um ... "fica a dica".  Mil vezes NÃO! Em vez disso, um retumbante "assim diz o SENHOR".

     Que assim seja, em nome de Jesus.
     
     
     

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O exemplo dos lobos.

      
     O exemplo dos Lobos - Os 3 primeiros são os mais velhos ou os doentes e marcam o ritmo do grupo. Se fosse ao contrário, seriam deixados para trás e perderiam o contacto com a alcateia. Em caso de emboscada dão a vida em sacrifício pelos mais jovens. Eles são seguidos pelos 5 mais fortes que os defenderão em um ataque surpresa. No centro seguem os demais membros da alcateia, e no final do grupo seguem os outros 5 mais fortes que protegerão o grupo. Em último, sozinho, segue o lobo "alpha", o líder da alcateia.    
      Nessa posição ele consegue controlar tudo ao redor, decidir a direção mais segura que o grupo deve seguir e antecipar os ataques dos predadores.
      Em resumo, a alcateia segue ao ritmo dos anciões e sob o comando do líder que impõe o espírito de grupo não deixando ninguém para trás.
      "O verdadeiro sentido da vida, não é chegar primeiro, mas chegar todos juntos ao mesmo destino".

      Aprendemos a ver a figura do lobo como astuto, sagaz, ardiloso e ficou célebre a frase "lobo em pele de cordeiro", definindo uma pessoa falsa.
     Aprendendo essa nova lição, refiz meu conceito sobre o lobo, como um animal que é fruto da maravilhosa sabedoria  de Deus. 

Fonte: Barbara Hermel Bach
Foto: Cesare Bray


 http://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/lobos-lobos-alfa-e-beta-linguagem-corporal-dos-lobos-e-sua-alimentacao.htm

 

quarta-feira, 30 de março de 2016

Teologia do "preço" - quanto custa ser discípulo de Cristo?






       Nossa salvação teve um custo, como diz Asafe Borba em sua linda canção: “eu sei que foi pago um alto preço”.   Nossa redenção custou caro para Deus, ao enviar seu Filho Unigênito para que o pagamento fosse feito de uma só vez (1ª Pe 3:18).  Somos salvos pela graça, mas não de graça. Foi necessário derramamento de sangue inocente para que pecadores fossem resgatados.  “Deus pagou um resgate (preço) para livrar vocês do insuportável caminho que seus pais tentaram seguir para chegar ao céu, e o resgate que Ele pagou não foi simplesmente ouro ou prata, como vocês sabem muito bem, mas Ele pagou por vocês o precioso sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus sem pecado e sem mancha” (1ª Pe 1:18,19 – B. Viva)         

                O preço da desobediência.

                Adão e Eva foram avisados que, desobedecendo a única ordem proibitiva de Deus, sofreriam uma pena: o preço da desobediência. Após a queda foram expulsos do paraíso e perderam as dádivas da comunhão com Deus e da eternidade, como bem diria o apóstolo Paulo, milhares de anos depois: “o salário (preço) do pecado, é a morte” (Rm 6:23).


Seguiu-se então ondas de morte e destruição: catástrofes naturais, guerras, vandalismo, sacrifícios humanos e gerações e gerações debaixo de maldição.


                O preço  da obediência.

                Para que Deus empreendesse seu plano de Salvação, levantou Abraão, Isaque e Jacó. Eles participaram deste plano pagando o preço da obediência. Abraão precisou sair “da sua terra e da sua parentela”; Isaque precisou nascer de pais idosos e sofrer sansões com respeito a seu meio irmão mais velho, Ismael. Jacó teve sua coxa tocada na luta com o anjo e andou manco pelo resto da vida. Alguém duvida que pagaram o preço por participarem do plano redentor de Deus? O preço da obediência?


                Os profetas igualmente pagaram esse preço. Jeremias, por exemplo, foi Incompreendido, perseguido, encarcerado, difamado e pagou o preço por sua fidelidade à Deus e a obra que fora chamado. De igual modo o foram Ezequiel, Daniel e Oséias e tantos outros.


             O preço do discipulado.

             Jesus deixou claro que a oferta da salvação é gratuita, mas para segui-lo havia um preço: “vai, vende tudo que tens e segue-me”, disse ao jovem rico. Este virou as costas e foi embora, pois não estava disposto a pagar o preço do discipulado.


Na igreja há muita gente salva pela graça, disposta a honrar à Deus com seus dízimos e ofertas, prontas a contribuir pela expansão do Reino de Deus. Mas alguns vão além e reagem corretamente ao ouvir Jesus dizendo: “se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome dia a dia a sua cruz, e siga-me”. Em muitas Bíblias o título da passagem em negrito é: “O custo (ou preço) do discipulado”.

O preço da missão.
Ao se referir a sua missão, Paulo não escondeu que conhecia esse preço: “sobre mim, pesa essa obrigação, e ai de mim se não pregar...” (1ª Co 9:16). Paulo ainda acrescentou: “Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja” (Cl 1:24). Paulo não pagou pela sua redenção, muitos menos para que pudesse alistar-se no exército de Deus ou se tornar o grande personagem  que foi. O preço pago por Paulo é o preço que qualquer cristão pagará se quiser ir além, fazendo a escolha de se identificar com Cristo a ponto de se dispor a sofrer, se necessário, para que os propósitos de Deus se cumpram em e por meio de sua vida.

O preço por não entender "o preço".
Finalizando, acredito que qualquer cristão que desejar fazer a diferença nesta geração e não entender a “teologia do preço” não irá muito longe em sua missão. Mais cedo ou mais tarde perceberá que alguma coisa está errada com seu chamado, sofrerá decepções e em breve abandonará sua consagração.
Os atletas olímpicos pagam caro para obterem uma medalha. Enquanto seus amigos vão namorar, ele vai para o treino. Enquanto seus amigos vão ao cinema, ele vai para o treino. Enquanto seus amigos saem de férias ou viajam no fim de semana, ele vai treinar. Festas, aniversários, eventos e shows os chamam constantemente. Mas eles escolheram abrir mão daquilo que é natural à juventude para pagarem o preço que uma medalha olímpica custa: dedicação acima da média.

“Numa corrida todos correm, porém só uma pessoa consegue o primeiro prêmio. Portanto, disputem sua corrida para ganhar. Para vencer a competição vocês precisam renunciar a muitas coisas que os impediriam de fazer o melhor que podem. Um atleta faz todo esse sacrifício só para ganhar uma faixa azul ou uma taça de prata, porém nós o fazemos por uma recompensa celestial que nunca perecerá.  Portanto, eu corro direto para o alvo, com esse propósito em cada passo. Eu luto para ganhar. Não estou apenas esmurrando uma sombra ou correndo de brincadeira.  Eu castigo meu corpo como um atleta faz tratando-o com dureza, treinando-o para fazer o que deve, e não aquilo que ele deseja. De outro modo, eu temo que, depois de ter inscrito os outros para a corrida, eu mesmo seja considera­do incapaz, e me mandem ficar de lado (1ª Co 9:24 à 27).Em outras palavras: “eu aprendi a pagar o preço” (Ap. Paulo).


E você?





                                                                                                 Pr. Sérgio Marcos